Tantas horas passei eu em frente a um computador a escrever e escrever aqui, das coisas boas e más que iam surgindo no meu caminho, e esse hábito fui perdendo com o passar dos dias, meses, anos. Por vezes por falta de tempo, ou por falta de vontade ou até mesmo por não sentir necessidade. No entanto, como tudo na vida, há momentos que tudo parece vir contra nós, onde tentamos constantemente remar contra a maré, e na maioria das vezes só nos damos conta dessa situação quando nos sentimos a afundar mais e mais a cada dia, quando começamos a sentir que não temos forças nem capacidade para seguir o caminho que estamos a fazer. Mas pode ser um "abre-olhos" para vermos que o caminho onde nos encontramos não é o melhor para nós, caminho esse que em dias piores nos conduz ao abismo, às falhas antigas e onde todos os nossos maiores medos e falhas vêm ao cimo, onde só vemos escuro e só sabemos apontar os nossos erros, defeitos e nada mais.
E hoje voltei a precisar de vir aqui, de escrever e desabafar como nos velhos tempos, relembrando coisas que escrevi e vivi, lendo posts antigos... sei lá, precisei de recordar algumas coisas pelas quais passei para tentar perceber o porquê de não me ter tornado diferente, de não conseguir ser mais forte depois de tudo o que já aconteceu.
E vamos aguentando, aguentando, aguentando, mas chega a uma altura que não dá mais, que não conseguimos meter para trás das costas, que tudo cai por baixo dos nossos pés, onde só queremos fugir ou dormir até esquecer, onde não nos sentimos capazes de nada, dizemos ser inferiores e sentimos-nos extremamente fragilizados. Sentimos que não fazemos diferença na vida de quem nos rodeia, parece que nestes dias só surgem coisas más, como uma nuvem negra no céu, que por mais que este esteja azul, aquela nuvem negra estraga tudo e impede-nos de apreciar tudo o resto.
É nestas alturas que nos apercebemos de todas as mudanças que aconteceram, todos os hábitos e tradições que foram abandonadas aos poucos e deixaram de ter interesse, tal como aquele peluche velho que existe no armário ao qual não se liga, mesmo sabendo que ele se mantém ali porque há alguém que ainda o estima !
Uma vida.
quinta-feira, 28 de novembro de 2019
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
Mudanças
A vida de toda a gente vai sofrendo mudanças ao longo dos anos, meses, semanas ... A minha não é nem nunca foi excepção, e ultimamente tenho parado imenso para pensar nas mudanças que a minha vida sofreu nos últimos tempos, Foram mudanças boas, não me arrependo do que aconteceu nos últimos meses, mas no fundo, tenho-me sentido angustiada e às vezes dou por mim afastada de tudo e de todos. Tenho-me apercebido que tenho entrado demasiado na rotina e que isso me está a deixar num estado menos positivo.
Sinto que a pessoa que eu amo tem mais do que fazer e que, por já estarmos a viver juntos a algum tempo, não me dá tanta atenção como dava inicialmente, ou porque está no computador, ou porque está ocupado com o telemóvel, ou porque outra coisa qualquer. E aí surgem, novamente, todas as minhas inseguranças, porque na minha maneira de ver as coisas, se ele já não me dá tanta atenção é porque perdeu o interesse, é porque está mais preocupado com outras coisas, ou sei lá, porque já não vê em mim aquilo que inicialmente acreditava ter visto,
Não quero pensar que isso seja verdade, afinal de contas esta união foi uma decisão de ambos, foi algo decidido em conjunto, mas sei lá, sinto-me "sozinha" em muitas alturas... Já não o sinto tão próximo de mim, tão preocupado, até no trabalho, quando antes ele fazia-me imensas visitas, agora passam-se horas sem que o veja, o que se torna "ridículo" uma vez que trabalhamos no mesmo centro comercial e quase de frente um para o outro. Tem dias que só me apetece chorar até não ter mais lágrimas para derramar.. e se ele deixou de gostar de mim como antes? E se ele se interessou por alguém melhor que eu ? E se ele afinal percebeu que não era bem este rumo que ele queria dar à sua vida ?? São mil questões que me passam pela cabeça dia após dia, e sinto que ele não s dá conta do quanto "afastado" está de mim ... tenho medo.. simplesmente medo !
Sinto que a pessoa que eu amo tem mais do que fazer e que, por já estarmos a viver juntos a algum tempo, não me dá tanta atenção como dava inicialmente, ou porque está no computador, ou porque está ocupado com o telemóvel, ou porque outra coisa qualquer. E aí surgem, novamente, todas as minhas inseguranças, porque na minha maneira de ver as coisas, se ele já não me dá tanta atenção é porque perdeu o interesse, é porque está mais preocupado com outras coisas, ou sei lá, porque já não vê em mim aquilo que inicialmente acreditava ter visto,
Não quero pensar que isso seja verdade, afinal de contas esta união foi uma decisão de ambos, foi algo decidido em conjunto, mas sei lá, sinto-me "sozinha" em muitas alturas... Já não o sinto tão próximo de mim, tão preocupado, até no trabalho, quando antes ele fazia-me imensas visitas, agora passam-se horas sem que o veja, o que se torna "ridículo" uma vez que trabalhamos no mesmo centro comercial e quase de frente um para o outro. Tem dias que só me apetece chorar até não ter mais lágrimas para derramar.. e se ele deixou de gostar de mim como antes? E se ele se interessou por alguém melhor que eu ? E se ele afinal percebeu que não era bem este rumo que ele queria dar à sua vida ?? São mil questões que me passam pela cabeça dia após dia, e sinto que ele não s dá conta do quanto "afastado" está de mim ... tenho medo.. simplesmente medo !
domingo, 20 de março de 2016
Dilemas
E se agora do nada descobrisses que carregas em ti um pequeno ser, alguém que é fruto de um amor incondicional, mas que não sabes se o podes trazer ao mundo??
É sempre um tema controverso este, deve-se ou não abortar? E se for uma razão bem fundamentada? Ou se isso trouxer diversos problemas para a vida de todos? São situações com as quais só se aprende a lidar quando nos encontramos nelas... E eu sinto que cada vez estou mais próxima dessa situação... No fundo se realmente tiver a tão desejada Liliana dentro de mim acho que primeiramente ficaria extremamente feliz, tal como o papá, e só pensaria em trazê-la para a nossa vida, mas o problema viria depois, quando acentasse e pensasse no estado da minha vida neste momento, estou a estudar, de momento sem trabalho fixo e já para não falar nos meus pais que eram muito capazes de me pôr na rua quando o soubessem.
No fundo tento não pensar muito neste assunto, não só para não andar stressada como também para não preocupar os mais próximos, aprendi a guardar as minhas preocupaçoes para mim, mas agora estou a re-aprender a partilhá-las, principalmente com o meu namorado, porque acima de tudo temos uma relação de apoio, partilha e compreensão.
Se realmente for verdade tudo aquilo com que tenho sonhado existem apenas 2 hipóteses : se for para ter o bebé terei de sair de casa dos meus pais, se quiser continuar aqui vou ter de tirar o bebé... 😕
É sempre um tema controverso este, deve-se ou não abortar? E se for uma razão bem fundamentada? Ou se isso trouxer diversos problemas para a vida de todos? São situações com as quais só se aprende a lidar quando nos encontramos nelas... E eu sinto que cada vez estou mais próxima dessa situação... No fundo se realmente tiver a tão desejada Liliana dentro de mim acho que primeiramente ficaria extremamente feliz, tal como o papá, e só pensaria em trazê-la para a nossa vida, mas o problema viria depois, quando acentasse e pensasse no estado da minha vida neste momento, estou a estudar, de momento sem trabalho fixo e já para não falar nos meus pais que eram muito capazes de me pôr na rua quando o soubessem.
No fundo tento não pensar muito neste assunto, não só para não andar stressada como também para não preocupar os mais próximos, aprendi a guardar as minhas preocupaçoes para mim, mas agora estou a re-aprender a partilhá-las, principalmente com o meu namorado, porque acima de tudo temos uma relação de apoio, partilha e compreensão.
Se realmente for verdade tudo aquilo com que tenho sonhado existem apenas 2 hipóteses : se for para ter o bebé terei de sair de casa dos meus pais, se quiser continuar aqui vou ter de tirar o bebé... 😕
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Pois ..
Não fazes ideia do choque que apanhei ao perceber porque mudaste comigo !
Eu que nunca mudei contigo, fosse porque fosse, porque tu sabes o valor que tens, sabes que JAMAIS mudaria contigo porque razão fosse, e muito menos mudaria por ter namorado, mas tu fizeste isso.. tu afastaste-te e agora é que eu percebi porquê.
Custa sabes? porque eu fiz de tudo para que a nossa amizade não mudasse, não fosse afetada e no final acabou por ser, não por minha causa, mas porque tu decidiste mudar tudo, as mensagens já não são com o carinho que eram, e parece que esta tu irmã, já não vale tanto quanto valia, ou dizias valer.
Custa me dizer isto, e muito mesmo, mas sinceramente é o que eu sinto.. é o que vai dentro de mim e em todas estas lágrimas que derramo em frente ao computador, porque sabes perfeitamente que não te posso perder, tu viste bem como fiquei naquela altura e agora isto..
Parece que estava destinado a que esta amizade e carinho fossem alterados ...
Apesar de tudo, eu AMO-TE MUITO IRMÃO :c
Eu que nunca mudei contigo, fosse porque fosse, porque tu sabes o valor que tens, sabes que JAMAIS mudaria contigo porque razão fosse, e muito menos mudaria por ter namorado, mas tu fizeste isso.. tu afastaste-te e agora é que eu percebi porquê.
Custa sabes? porque eu fiz de tudo para que a nossa amizade não mudasse, não fosse afetada e no final acabou por ser, não por minha causa, mas porque tu decidiste mudar tudo, as mensagens já não são com o carinho que eram, e parece que esta tu irmã, já não vale tanto quanto valia, ou dizias valer.
Custa me dizer isto, e muito mesmo, mas sinceramente é o que eu sinto.. é o que vai dentro de mim e em todas estas lágrimas que derramo em frente ao computador, porque sabes perfeitamente que não te posso perder, tu viste bem como fiquei naquela altura e agora isto..
Parece que estava destinado a que esta amizade e carinho fossem alterados ...
Apesar de tudo, eu AMO-TE MUITO IRMÃO :c
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Infância vs Adolescência
Por vezes dou por mim na rua, a olhar para aquelas pequenas pessoas, a que chamamos crianças.
Lembro-me da altura que tinha 4/5 anos, e ia com a minha mãe levar a minha irmã à escola primária e dizia : "Mãe, também quero ir para a escola", lembro-me de passar os dias com a minha mãe, principalmente no trabalho dela, com todas aquelas pessoas que me acolhiam de uma forma extraordinária.
Recordo-me das brigas que tinha em casa com a minha irmã mais velha, mas que no momento a seguir já estávamos sentadas no sofá a comer do mesmo prato ou a brincar com os mesmo bonecos, recordo-me de todas as vezes que ao fim da tarde vinha para a rua brincar com as crianças aqui do bairro, da barulheira que fazíamos, dos sorriso que partilhávamos, das gargalhadas soltas, dos joelhos esmurrados das quedas e principalmente dos jogos que todos juntos íamos alterando ou inventando.
Quando entrei para a primária, tudo era novo e diferente para mim, fazia-me uma grande diferença o facto de estar habituada a estar rodeada de adultos, colegas de trabalho dos meus pais, e a partir daquele momento, estaria em convívio com crianças da minha idade, e para me habituar foi um bocado complicado.. Nas primeiras semanas ficava na escola a chorar, não queria largar a minha mãe, e quase todos os dias à hora de almoço ligavam-lhe porque eu não comia sem ela junto a mim, estava mesmo muito agarrada à minha mãe.
Mas tudo acabou por melhorar, eu habituei-me a tudo aquilo, e por vezes ponho-me a pensar em todas as parvoíces que fazia no intervalo com os meus amigos, das cantorias num dos lados do pavilhão, das corridas pela escola, das brigas (sim, porque sempre andei metida em porrada xD), das danças que inventávamos, das amizades que fui criando... Foram anos excelentes, momentos perfeitos e memórias que jamais esquecerei.
Naquela altura tudo era fácil, a única preocupação era fazer os TPC porque senão levávamos um amarelo, ou um vermelho, na caderneta, só tinha de me portar bem dentro da sala de aula e acima de tudo, tinha muito que me divertir, pois não haviam complicações, confusões, e responsabilidades, praticamente nenhumas.
Os anos foram passando, e aqueles sonhos de menina foram morrendo, foram substituídos por outros, menos um.. ser modelo.
Quando entrei para o 2º ciclo, levava comigo imensas amizades da primárias, amizades essas que se foram perdendo no tempo, que começaram a ser apagadas como aqueles erros que dás a escrever, outras ficaram guardadas no peito, mesmo que hoje não fale com as pessoas.. mas como dizia, quando entrei para o 5º ano, foi outra grande mudança na minha vida.. escola nova, professores novos, colegas novos .. mas com facilidade me habituei a tudo aquilo, comecei a criar amizades noutras turmas, a falar com imensa gente e isso sempre me fez sentir muito bem.
Mas a infância começou a ser deixada para trás, principalmente a partir do 7º ano, quando comecei a ter consciência de outras coisas, de outros assuntos, de outros sentimentos .. Foi nesse ano que soube o que era estar com um namorado diariamente, estar com ele a cada intervalo, a cada furo, a cada momento.
A adolescência, como muitos dizem, é das fases mais complicadas por que se passa, é a transição de menina para mulher, o momento em que crescemos mais, em que nos tornamos adultos, não só em corpo ou idade, mas principalmente em mentalidade.
Eu fui crescendo, umas vezes por obrigação da vida, por coisas que passei desde muito cedo e tornei-me na pessoa que sou hoje mesmo devido a isso tudo, por ter ultrapassado coisas que dizia não conseguir, por me ter tornado forte a cada tombo, por me ter empenhado a ser melhor e a erguer-me, muitas vezes sozinha.
Agora, eu vejo o mundo de outra forma, observo as coisas com os chamados "olhos de ver", na maioria das vezes, penso antes de agir, mas como todos, também ajo sem pensar algumas vezes, também me atiro de cabeça em várias situações, das quais mais tarde me arrependo.
Mas a vida é mesmo assim, temos de deixar as crianças que um dia fomos para trás, passarmos pelos adolescentes que somos hoje, para que um dia consigamos ser homens/mulheres, e que tenhamos orgulho em ser quem e como somos e acima de tudo saber que aquelas crianças que fomos, teriam orgulho nos adultos que nos tornaremos.
Lembro-me da altura que tinha 4/5 anos, e ia com a minha mãe levar a minha irmã à escola primária e dizia : "Mãe, também quero ir para a escola", lembro-me de passar os dias com a minha mãe, principalmente no trabalho dela, com todas aquelas pessoas que me acolhiam de uma forma extraordinária.
Recordo-me das brigas que tinha em casa com a minha irmã mais velha, mas que no momento a seguir já estávamos sentadas no sofá a comer do mesmo prato ou a brincar com os mesmo bonecos, recordo-me de todas as vezes que ao fim da tarde vinha para a rua brincar com as crianças aqui do bairro, da barulheira que fazíamos, dos sorriso que partilhávamos, das gargalhadas soltas, dos joelhos esmurrados das quedas e principalmente dos jogos que todos juntos íamos alterando ou inventando.
Quando entrei para a primária, tudo era novo e diferente para mim, fazia-me uma grande diferença o facto de estar habituada a estar rodeada de adultos, colegas de trabalho dos meus pais, e a partir daquele momento, estaria em convívio com crianças da minha idade, e para me habituar foi um bocado complicado.. Nas primeiras semanas ficava na escola a chorar, não queria largar a minha mãe, e quase todos os dias à hora de almoço ligavam-lhe porque eu não comia sem ela junto a mim, estava mesmo muito agarrada à minha mãe.
Mas tudo acabou por melhorar, eu habituei-me a tudo aquilo, e por vezes ponho-me a pensar em todas as parvoíces que fazia no intervalo com os meus amigos, das cantorias num dos lados do pavilhão, das corridas pela escola, das brigas (sim, porque sempre andei metida em porrada xD), das danças que inventávamos, das amizades que fui criando... Foram anos excelentes, momentos perfeitos e memórias que jamais esquecerei.
Naquela altura tudo era fácil, a única preocupação era fazer os TPC porque senão levávamos um amarelo, ou um vermelho, na caderneta, só tinha de me portar bem dentro da sala de aula e acima de tudo, tinha muito que me divertir, pois não haviam complicações, confusões, e responsabilidades, praticamente nenhumas.
Os anos foram passando, e aqueles sonhos de menina foram morrendo, foram substituídos por outros, menos um.. ser modelo.
Quando entrei para o 2º ciclo, levava comigo imensas amizades da primárias, amizades essas que se foram perdendo no tempo, que começaram a ser apagadas como aqueles erros que dás a escrever, outras ficaram guardadas no peito, mesmo que hoje não fale com as pessoas.. mas como dizia, quando entrei para o 5º ano, foi outra grande mudança na minha vida.. escola nova, professores novos, colegas novos .. mas com facilidade me habituei a tudo aquilo, comecei a criar amizades noutras turmas, a falar com imensa gente e isso sempre me fez sentir muito bem.
Mas a infância começou a ser deixada para trás, principalmente a partir do 7º ano, quando comecei a ter consciência de outras coisas, de outros assuntos, de outros sentimentos .. Foi nesse ano que soube o que era estar com um namorado diariamente, estar com ele a cada intervalo, a cada furo, a cada momento.
A adolescência, como muitos dizem, é das fases mais complicadas por que se passa, é a transição de menina para mulher, o momento em que crescemos mais, em que nos tornamos adultos, não só em corpo ou idade, mas principalmente em mentalidade.
Eu fui crescendo, umas vezes por obrigação da vida, por coisas que passei desde muito cedo e tornei-me na pessoa que sou hoje mesmo devido a isso tudo, por ter ultrapassado coisas que dizia não conseguir, por me ter tornado forte a cada tombo, por me ter empenhado a ser melhor e a erguer-me, muitas vezes sozinha.
Agora, eu vejo o mundo de outra forma, observo as coisas com os chamados "olhos de ver", na maioria das vezes, penso antes de agir, mas como todos, também ajo sem pensar algumas vezes, também me atiro de cabeça em várias situações, das quais mais tarde me arrependo.
Mas a vida é mesmo assim, temos de deixar as crianças que um dia fomos para trás, passarmos pelos adolescentes que somos hoje, para que um dia consigamos ser homens/mulheres, e que tenhamos orgulho em ser quem e como somos e acima de tudo saber que aquelas crianças que fomos, teriam orgulho nos adultos que nos tornaremos.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Mudança ..
Tenho andado estas últimas semanas a dar cabo da cabeça por alguém que nem merece, por alguém que me magoou imenso, que não me valorizou enquanto me teve, que não me dava a atenção que eu tanto necessitava, e que agora, após ter percebido que me perdeu, melhorou em certos aspectos.. mas não será tarde demais? Não será que ele percebeu tudo depois do tempo? Será que terá volta tudo isto?
Muito sinceramente, eu acho que não, já me magoei com ele o suficiente, apesar de também ter tido bons momentos, o sofrimento acabou comigo, levou-me ao fundo e muitos podem nem acreditar nisto porque afinal de contas, nem 1 mês estivemos juntos ..
Todas aquelas noites que passei em claro, a chorar, por tudo o que se andava a passar, cheguei a um ponto que dei por acabadas, posso andar em baixo, dificilmente sorrir, mas chorar, só mesmo no extremo, porque para mim chega de sofrer e derramar lágrimas, umas atrás das outras, por quem não me merece, por quem não me valoriza..
Tenho pessoas que me dão todas as provas e mais algumas, tenho gente do meu lado que me valorizam acima de tudo, e mesmo assim são esses que, sem querer, acabo por magoar, que desiludo e só depois me dou conta da merda que fiz .
Está na hora de conseguir uma mudança radical, conseguir deixar de me importar com todos aqueles que só me querem mal, que só sabem me deitar abaixo, que só me sabem magoar e não conseguem perceber a pessoa que realmente sou por detrás de todos estes muros que fui construindo ao meu redor, em forma de protecção.
Neste momento só preciso de mudar comigo mesma, mais uma vez, de tentar ver outras coisas além daquilo que vou vendo, não pensar que todos têm um lado bom, e que me irão valorizar e conhecer realmente, tenho de mudar , mesmo urgentemente !
Preciso de limpar a cabeça e começar de novo :c
Muito sinceramente, eu acho que não, já me magoei com ele o suficiente, apesar de também ter tido bons momentos, o sofrimento acabou comigo, levou-me ao fundo e muitos podem nem acreditar nisto porque afinal de contas, nem 1 mês estivemos juntos ..
Todas aquelas noites que passei em claro, a chorar, por tudo o que se andava a passar, cheguei a um ponto que dei por acabadas, posso andar em baixo, dificilmente sorrir, mas chorar, só mesmo no extremo, porque para mim chega de sofrer e derramar lágrimas, umas atrás das outras, por quem não me merece, por quem não me valoriza..
Tenho pessoas que me dão todas as provas e mais algumas, tenho gente do meu lado que me valorizam acima de tudo, e mesmo assim são esses que, sem querer, acabo por magoar, que desiludo e só depois me dou conta da merda que fiz .
Está na hora de conseguir uma mudança radical, conseguir deixar de me importar com todos aqueles que só me querem mal, que só sabem me deitar abaixo, que só me sabem magoar e não conseguem perceber a pessoa que realmente sou por detrás de todos estes muros que fui construindo ao meu redor, em forma de protecção.
Neste momento só preciso de mudar comigo mesma, mais uma vez, de tentar ver outras coisas além daquilo que vou vendo, não pensar que todos têm um lado bom, e que me irão valorizar e conhecer realmente, tenho de mudar , mesmo urgentemente !
Preciso de limpar a cabeça e começar de novo :c
domingo, 30 de junho de 2013
Poema (5)
Não sei o que se passa,
nem me reconheço.
Vida sem graça,
de ti me despeço.
Sinto-me perdida,
sem saber para onde vou.
Gente fingida
quem disse que me amou,
foi embora e só me magoou.
Tenho a dizer
que estou farta,
não quero estar aqui
neste mundo de merda,
quero ir para ali
onde não há gente lerda.
Passo noites a chorar,
e dias a sorrir,
custa-me pensar
na hipótese de partir.
Não dou parte fraca,
não choro à frente de ninguém
por mais mágoa que carregue,
espero por alguém
a quem realmente me entregue.
Fraquezas todos têm
e eu não sou excepção.
As lágrimas vêm
para as segurar não há mão.
Sinto-me a desfalecer,
ando farta de sofrer.
Pessoas que amam,
outras que odeiam.
Pessoas que elogiam,
outras que criticam.
Farta desta sociedade de merda,
que por tudo e por nada implicam.
(2013)
nem me reconheço.
Vida sem graça,
de ti me despeço.
Sinto-me perdida,
sem saber para onde vou.
Gente fingida
quem disse que me amou,
foi embora e só me magoou.
Tenho a dizer
que estou farta,
não quero estar aqui
neste mundo de merda,
quero ir para ali
onde não há gente lerda.
Passo noites a chorar,
e dias a sorrir,
custa-me pensar
na hipótese de partir.
Não dou parte fraca,
não choro à frente de ninguém
por mais mágoa que carregue,
espero por alguém
a quem realmente me entregue.
Fraquezas todos têm
e eu não sou excepção.
As lágrimas vêm
para as segurar não há mão.
Sinto-me a desfalecer,
ando farta de sofrer.
Pessoas que amam,
outras que odeiam.
Pessoas que elogiam,
outras que criticam.
Farta desta sociedade de merda,
que por tudo e por nada implicam.
(2013)
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